Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2019
Política

Após cinco meses, André Puccinelli e o filho deixam a prisão

Eles deixaram o Centro de Triagem no fim da tarde de ontem(19)

Publicada em 20/12/18 às 08:50h - 171 visualizações

por Rádio Ativa Naviraí


Compartilhe
   

Link da Notícia:

Líder do MDB saiu do Centro de Triagem, dentro de um carro Corolla  (Foto: Luiz Alberto)
Acaba de sair da prisão, o ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (MDB) e seu filho, o advogado André Puccinelli Júnior. A saída dos dois foi rápida para que a imprensa não pudesse chegar perto. Eles foram direto para a casa de Puccinelli, na rua Euclides da Cunha.

Com gritos de “liberdade”, assessores do ex-governador comemoraram a soltura do líder do MDB que saiu do Centro de Triagem, dentro de um carro Corolla, conduzido pelo presidente municipal do partido, Ulisses Rocha. “Ele estava emocionado e me abraçou”, disse Ulisses ao Correio do Estado. “Agora ele está em casa, com a família dele”, ressaltou.

No início da tarde, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu liminar, em recurso especial, que garantiu a liberdade de Puccinelli e seu filho. Neste dia (20), completaria cinco meses de prisão preventiva em investigação da Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal.

LIMINAR

O pedido que colocou o ex-governador em liberdade tem caráter liminar, já o que liberta o filho dele, é reconsideração de pedido feito pela defesa, e negado anteriormente. 

A decisão da ministra ocorre na véspera do início do recesso do Poder Judiciário. Exemplo disso é que a publicação da liminar deve ocorrer somente no dia 1º de janeiro de 2019. 

Quando foi preso, em 20 de julho último, Puccinelli era o pré-candidato do MDB ao governo do Estado. O advogado João Paulo Calves, acusado de integrar o mesmo esquema de lavagem de dinheiro e corrupção em que o ex-governador é acusado, foi libertado em 23 de outubro deste ano.

A tentativa de omitir provas e prejudicar as investigações da Polícia Federal, escondendo documentos em uma casa na periferia de Campo Grande, era o principal fator a motivar a prisão preventiva de Puccinelli. 

A segunda prisão (e mais longa) de Puccinelli, também foi motivada pela delação premiada dos executivos do grupo JBS. Puccinelli e o Instituto Ícone, pertencente ao filho dele, teriam recebido propina no valor de R$ 1,2 milhão do grupo.

Correio do Estado



ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário






Nosso Whatsapp

 

Visitas: 1280848
Usuários Online: 160
Copyright (c) 2019 - Rádio Ativa Naviraí